quarta-feira, 28 de abril de 2010

A História do Tarot da Idade Média ao Século XXI


Até onde alcançam os registros históricos o fascinante baralho do tarot não nasceu com a finalidade de ser um oráculo. Ao que tudo indica era um jogo de cartas da nobreza européia, uma obra de arte feita por afamados artesãos da época a preços muito altos. O baralho de tarot mais antigo que se tem conhecimento é o de Charles VI, rei da França, de 1392. Dezessete cartas desse tarot ainda existem e estão em exposição na biblioteca nacional de Paris. Na Itália os Duques de Milão, a família Visconti, mandaram fazer entre 1420 e 1440 três jogos de tarot que levavam o seu nome. Um deles é o Visconti-Sforza, criado como presente de intenção de casamento de um rapaz da família Visconti para uma moça da família Sforza. Isso deixa bem claro o quanto essas cartas eram apreciadas naquele tempo. O jogo de cartas do tarot Visconti Sforza, vem a ser o mais antigo baralho completo, com as setenta e oito cartas originais. É vendido até hoje pela editora Lo Scarabeo.

Ao que tudo indica as imagens tinham na verdade a intenção de refletir o mundo conhecido naquele tempo, com suas virtudes, temores e vícios. A divisão das classes sociais como eram reconhecidas na época aparecem nos quatro naipes: Paus era o naipe dos camponeses, trabalhadores braçais, representam vigor, energia e ação. Copas é o clero, o misticismo, o amor divino e o amor humano, que era consagrado nos templos, daí o casamento em igrejas. Espadas era o representante dos nobres e do exército, que dominavam pelo conhecimento e pela força, vem a ser o naipe mais crítico da série. Por fim o naipe de ouros representava a rica classe dos comerciantes, que influenciavam os reis com suas posses e negociações e mudariam para sempre a face da sociedade tanto no ocidente quanto oriente, inaugurando as sementes do que mais tarde chamaríamos de capitalismo.



A Rainha de Espadas no Visconti-Sforza tarot.

O que se conseguiu foi colocar as Imagens da alma humana de modo totalmente inconsciente, no que a moderna psicologia poderia chamar de trabalho projetivo. Foram colocados em suas imagens todos os aspectos do inconsciente coletivo da humanidade – como séculos mais tarde diria o psiquiatra suíço C. G. Jung.

O tarot com o tempo caiu de moda e do gosto dos abastados mergulhando no esquecimento, até que em 1781 Court de Gebelin, um pesquisador de ocultismo e magia, conheceu o tarot e começou a estudá-lo intensamente. Era um profundo conhecedor de simbologia e assim que viu as imagens logo percebeu sua ligação com outras áreas do conhecimento oculto como a astrologia, a magia e a alquimia. O problema é que Gebelin acreditava que todo o conhecimento oculto ou mágico da antiguidade tinha alguma ligação com os antigos egípcios. Iniciou-se então uma fantasiosa epopéia em que sábios do antigo Egito percebendo a decadência moral do homem guardaram seus segredos na forma de um jogo com poderosas imagens que fariam com que a humanidade preservasse através do vício do jogo as virtudes morais da alma. Essa fantástica história, sem nenhum embasamento histórico, durou mais de dois séculos! E ainda hoje há pessoas que creem que ela seja verdadeira, Nesse período da história do tarot é que ele se eleva de um simples jogo de salão dos nobres a um complexo sistema oracular. A flexibilidade de sua simbologia permite com que se reconheçam diversos seguimentos de diversos ramos do hermetismo, o que vem fascinando estudiosos e pesquisadores até hoje.

Rapidamente houve um cisma entre os praticantes da tarologia, uns acreditavam que o tarot era um sagrado instrumento do saber que não poderia ser profanado com a prática oracular.Para esses a sondagem do futuro com as cartas não passava de uma profanação bizarra. Suas informações deveriam ser utilizadas apenas para a elevação da alma humana. Entre os eruditos que defendiam essa tese havia nomes como Eliphas Lévi e Papus. Outros praticavam a linguagem oracular sem nenhum constrangimento e enriqueciam com isso. Entre esses constavam, além do próprio Gebelin, nomes como Eteilla e Madame Lenormand.

Embora os primeiros cartomantes tenham sido combatidos, foi na verdade a sua prática que tornou o tarot o sistema oracular mais popular do mundo todo .O que os eruditos não sabiam é que aplicação da linguagem mais elevada dos símbolos era perfeitamente compatível com as leituras individuais dos cartomantes, mas isso só ficaria claro no século XX.

Em 1888 foi fundada em Londres a Hermética Ordem da Aurora Dourado – A Golden Dawn – que mudaria para sempre tudo o que se sabia sobre a tarologia até então. Foi a primeira ordem a eleger um sistema oracular como seu instrumento de meditação, estudo e reflexão. A contemplação dos arcanos, como ficaram conhecidas as imagens do tarô, era obrigatória para os iniciantes. Isso nunca havia acontecido, outras ordens como a maçonaria, a rosa-cruz ou mesmo a sociedade teosófica não haviam se dedicado de modo tão intenso, incisivo e assumido a nenhuma arte oculta da antiguidade. Na Golden eles se adiantaram na prática da visualização criativa, adentrando e interagindo com os personagens dos arcanos, tirando impressões pessoais e crescendo internamente com isso, apreendendo mensagens pessoais cheias de significado, além de expandir bastante o conhecimento sobre o significado dos símbolos tarológicos. Mais tarde Jung viria a utilizar esse tipo de visualização criativa e interativa em suas técnicas terapêuticas.



Dez de Copas, no Rider-Waite tarot.

Dois participantes da Golden criaram os dois baralhos mais famosos do mundo, o Thoth tarot, de Aleister Crowley e o *Rider-Waite, de Arthur Edward Waite. Esse último foi o primeiro baralho a criar figuras que representavam o significado dos arcanos menores, ao contrário dos baralhos clássicos que mostravam apenas um número seguido da imagem do naipe correspondente. Essa prática é imitada até hoje pelos modernos autores de tarot. A Golden também veio a ser a primeira ordem oculta a criar o seu próprio baralho, o Tarot da Golden, cujos esboços originais foram feitos por um dos seus fundadores Mcgregor Mathers.

O maior problema desse período, apesar de ter sido glorioso por um lado, foi que os estudiosos da época teimavam em atribuir as origens do tarot a algum sistema mais antigo como a cabala ou a astrologia, negando a sua singularidade. O ápice dessa confusão foi quando A. E. Waite mudou a numeração dos arcanos A Justiça (VIII) e A Força (XI), em seu baralho Rider-Waite, inspirado pela estrutura das letras cabalísticas, causando imensa confusão até hoje.

A moderna estrutura e aplicação da linguagem simbólica do tarot nos dias atuais será apresentada na segunda parte deste artigo. Até lá!

*Rider era o nome da editora que lançou o baralho em 1910.

Jaime E. Cannes.

Publicado no jornal VIVA BEM, Março de 2010.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Mamãe, cuidado com o açúcar!

A gestação é, sem dúvidas, um dos momentos mais esperados pelas mulheres. Durante os nove meses todo o cuidado é pouco. O ritmo de trabalho diminui e o cardápio muda completamente.

O medo de engordar e não reconquistar a boa forma após o nascimento do bebê é preocupação constante entre as futuras mamães. A primeira atitude comum é cortar o açúcar e substituí-lo por adoçantes com menos calorias.

Mas, essas escolhas podem estar erradas. De acordo com a nutricionista, Elaine Rocha de Pádua, o uso indiscriminado do adoçante pode causar sérias consequências, inclusive para o bebê. “Os adoçantes podem ser naturais ou sintéticos. Ambos devem ser utilizados com cautela, principalmente no primeiro trimestre da gestação, para que se evite a possibilidade de efeitos causadores de má-formação no bebê”.

As piores opções para a gestante são os adoçantes artificiais à base de sacarina e ciclamato de sódio. São populares, principalmente, pelo preço baixo, mas, apresentam risco potencial de acordo com especialistas.

Veja os adoçantes mais populares e suas possíveis consequências:

Sacarina
Derivado da naftalina, foi o primeiro adoçante a ser descoberto. Adoça 400 vezes mais que o açúcar, apesar de seu sabor altamente amargo. Possui substâncias que podem ser metabolizadas e, assim, atravessa a placenta e chega ao feto. Estudos comprovam que, nesses casos, a substância é encontrada no cordão umbilical. Além disso, incide na elevação da pressão arterial e é excretada no leite da mamãe.

Ciclamato de sódio
Quando associado à sacarina tem agradável sabor. Adoça de 30 a 140 vezes mais que o açúcar. Pode atravessar a placenta e lesionar o cérebro do feto. Tem também o poder de aumentar o nível plasmático materno em 25%. Nos Estados Unidos o ciclamato é proibido.

Aspartame
Apesar de menos valor calórico (4kcal/g), contém fenilalanina e ácido aspártico, quando as duas substâncias são metabolizadas se tornam altamente tóxicas e podem diminuir os níveis de serotonina do cérebro. Por isso, traz riscos de lesões no sistema nervoso do bebê, já que ele capta cinco vezes mais o adoçante do que a mamãe. Adoça de 180 a 220 vezes mais que o açúcar. Além disso, não é indicado para pessoas hipertensas e pode causar graves crises de enxaqueca.

Sucralose
Mais moderno, é da segunda geração de adoçantes e não é metabolizado. Adoça 600 vezes mais que o açúcar, além de ser isento de calorias. Não apresenta riscos de intoxicação ao feto e problemas neurológicos.

Independente da composição, a quantidade de adoçantes que usamos deve ser levada em consideração. “Atenção ao uso contínuo e exagerado. Temos que nos lembrar que, além do consumo dos adoçantes, os componentes são encontrados em diversos produtos diet e light”, conclui Elaine.

Você sabia?
Quando os adoçantes são ingeridos eles não substituem o açúcar para o nosso cérebro, ou seja, não indicamos aos neuroreceptores cerebrais o consumo de açúcar, portanto, não satisfaz a necessidade do cérebro. Por isso, muitas pessoas tem compulsão por doces.

Texto de Ariane Camilla
Fonte: Site UOL - Ciência e Saúde.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Outono: Época da Maturidade


É outono! A temperatura já inicia a baixar, percebemos que está ficando cada dia mais frio. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, o movimento é de contração. Há fartura de alimentos. Folhas e frutos maduros são colhidos, ou caem para se transformar em adubo; portanto é o momento de colheita e de transformação. O sabor Picante está no ar, pois há um processo de fermentação na natureza. O órgão que está em evidencia é o Pulmão, que controla a energia vital e a respiração. É ele que se encarrega da ventilação e da purificação do ar, também da canalização das vias da água, distribuindo os Líquidos Orgânicos para todo o corpo. Abre-se no nariz. Manifesta-se na pele. Controla a força da voz. É responsável pelo olfato.


A emoção que lesa o Pulmão é a tristeza, levando a uma respiração curta e superficial, e quando seus efeitos sobre o corpo passam a crônicos, surge a doença.

Relacionados à tristeza estão a depressão e o "baixo astral". Entretanto, estes são estados de humor diferentes. O "baixo astral" geralmente tem motivo, dura horas ou poucos dias, as perturbações físicas e psíquicas são leves e o humor freqüentemente melhora quando nos acontece uma coisa boa ou quando simplesmente lembramos momentos alegres de nossa vida. Entretanto, depressão é um estado de adoecimento, que freqüentemente surge sem motivo aparente ou é desproporcional ao suposto motivo, geralmente perdura por vários dias, semanas, meses ou até anos, incluindo perturbações físicas e psíquicas, chegando mesmo a incapacitar para atividades rotineiras. Além disto, diferentemente do "baixo astral", o humor habitualmente não melhora de modo significativo mesmo quando nos acontece algo de bom ou quando lembramos de fatos agradáveis. Simplesmente não conseguimos recordar nada bom o suficiente para alegrar nosso coração! Para a terapia cognitiva comportamental a depressão não apenas descreve um humor, ela também envolve alterações em nosso pensamento, comportamento e biologia. Quando estamos deprimidos, apresentamos pensamentos negativos a respeito de nós mesmos (representados pela autocrítica), do mundo (na forma de negatividade generalizada) e do nosso futuro (através da desesperança).


A meta da terapia cognitiva é facilitar a remissão do transtorno no paciente e ensiná-lo a ser seu próprio terapeuta. Uma das premissas da terapia cognitiva é que não sofremos pelos eventos em si, mas pela interpretação que fazemos dos acontecimentos de nossas vidas. Esta interpretação é freqüentemente expressa em pensamentos, que são automáticos, ou seja, vem à mente de forma imediata e absoluta. No momento da ocorrência eles são inquestionáveis. Com freqüência aceitamos estes pensamentos automáticos como verdadeiros, sem reflexão ou avaliação. Eles influenciam nossas respostas emocionais, comportamentais e fisiológicas subseqüentes. Assim, aprender a mudar como pensamos é um dos pontos principais da terapia cognitiva para a depressão. Não é apenas uma forma de pensamento positivo, mas uma estratégia para estabelecer uma interpretação mais ajustada e realística frente à situação.Também auxilia, o envolvimento em atividades prazerosas que permitam a realização de algo agradável quando estivermos deprimidos, como os exercícios físicos, que aumentam as substâncias químicas cerebrais. Outras atividades simples também podem nos oferecer a oportunidade do sentido de sucesso, como por exemplo, organizar uma sala ou um armário, fazer algo agradável como encontrar alguém de quem gostamos, ou resolver um problema como começar uma tarefa que precisa ser feita. Cada uma destas experiências é uma vivência que ajuda no aumento da auto-estima. Quanto à dietética chinesa, ela oferece mais uma ferramenta para o alívio do sofrimento emocional, ensinando que quando estivermos tristes deveremos comer alimento de sabor amargo (elemento Fogo), que controla o Metal. Bem vindos são também os exercícios de respiração diafragmática, que tanto contribuem para acalmar as emoções.

No outono construímos o inverno! Portanto, se dermos atenção para a harmonização da energia do Pulmão neste outono, evitaremos as perturbações digestivas e diarréias, bem como afecções no aparelho respiratório no Inverno. Mas, isto já é assunto para o próximo mês. Falaremos mais sobre este tema na edição seguinte.

Finalmente, deveremos encontrar a nossa felicidade, aprendendo com a experiência e vivendo com equilíbrio. É possível reconhecer uma emoção negativa e reagir a ela. Nisto reside a nossa capacidade para enfrentar a realidade e dela extrair prazer, sucesso e alegria.

Carmen Doris Joseph Reichelt
Psicóloga com Especialização em Neuropsicologia
Extensão em Nutrição Complementar Integrada
Extrensão em Acupuntura Estética
http://www.carmenreichelt.blogspot.com
Andradas 1234, conj. 1601
fone (51) 3228 63 82 - POA - RS

terça-feira, 30 de março de 2010

Uma vida cada vez mais natural

A busca pelo conhecimento faz parte das crenças humanas, desde os períodos mais remotos. Foi ela que fez o homem descobrir a utilidade do fogo depois de uma tempestade, que esse mesmo fogo poderia derreter o metal, cobre e o ferro e assim fazer ferramentas para auxiliar no dia-a-dia do grupo. Assim, com o advento dessas ferramentas surgiu à agricultura em série, configurando as primeiras sociedades e reinados. Dela passamos para a sociedade feudal. Período onde o conhecimento, ou a busca dele era totalmente proibida pelo poder dominante, na época a Igreja Católica. Não aceitando essa situação o homem buscou aquilo que lhe era proibido. Daí veio a Revolução Industrial, a tecnologia e modernização da cultura. Mesmo trilhando todo esse caminho a humanidade não esqueceu e passou adiante o conhecimento obtido. Principalmente o vindo da natureza. Muito se questiona como as pessoas sobreviviam às doenças no passado quando não existiam as vacinas. Elas obtiam saúde de algo, hoje muito buscado por todos: as plantas medicinais. Pois no dia 10 de março a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou a regulamentação da prática e uso dessas plantas. Na regulamentação elas são chamadas de drogas vegetais, e dispõem da maneira de que devem ser usadas, a segurança para a preservação destas plantas e até se sua comercialização por empresas e drogarias. Mas é necessário salientar a diferença destes vegetais com os fitoterápicos. Ambos são obtidos de plantas medicinais, porém elaborados de forma diferenciada. Enquanto as drogas vegetais são constituídas da planta seca, inteira ou rasurada (partida em pedaços menores) utilizadas na preparação dos populares “chás”, os medicamentos fitoterápicos são produtos tecnicamente mais elaborados, apresentados na forma final de uso (comprimidos, cápsulas e xaropes). Mais uma vitória para os adeptos das terapias naturais. Vitórias que só se somatizam, na edição de abril do Viva Bem, que está de cara nova. Novo Projeto Visual, novos colunistas, anunciantes, editorias. Uma concretização do ideal de ser a Vitrine dos Profissionais das Terapias Holísticas de Porto Alegre. Afinal, quem quer qualidade de vida encontra informações no Viva Bem e quem quer profissionais de Porto Alegre para lhe auxiliar nessa evolução pessoal tem aqui uma gama de anunciantes e colunistas , os melhores da capital, disponíveis para você. E, a partir da próxima edição teremos um novo espaço “Palavra do Leitor” para que possa dizer o que pensa sobre os conteúdos do jornal e dos colunistas. Crítica, sugestões, encaminhe seu e-mail para redacaovivabem@bol.com.br . Nós estamos aguardando sua participação. Enquanto isso continue passeando aqui pelo Blog, nós adoramos a sua visita. Seja sempre muito Bem-Vindo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Motivo deste Blog

Um Blog, nada mais é do que um espaço que substitui o famoso diário. Deixando de lado o papel e a caneta e colocando na rede aquilo que no passado as pessoas queriam que o mundo ouvisse, mas que ficavam escondidas em páginas de pequenos livrinhos, que muitas vezes eram comprados com cadeadinhos. Tudo pela preservação das próprias emoções. Hoje, não precisamos esconder o que pensamos nem os sentimentos e as vontades. O que todos buscamos na verdade é a qualidade de vida. Uma vida melhor e mais saudável. Sejam através de leituras, doutrinas religiosas, buscas autônomas ou holísticas. O Jornal Viva Bem de Porto Alegre vem suprir essa necessidade dos gaúchos de conteúdo da qualidade de vida para ajudar os habitantes do sul deste país a encontrarem não fórmulas mágicas, mas orientações para uma vida mais natural, saudável, racional e que se utiliza do conhecimento dos profissionais da qualidade de vida da Capital gaúcha para levar até você o que necessitas para viver mais e melhor. Também é a vitrine dos profissionais do holismo, naturalismo e da saúde, mostrando suas técnicas e maneiras de levar os gaúchos a uma vida mais saudável e uma ligação concêntrica entre o corpo, a mente e o espírito. Uma trindade que nos leva conhecimento, evolução e a consequente perfeição. E este blog nada mais será do que a concretização deste objetivo. Para quem não tem a edição impressa do Jornal Viva Bem, tem agora a oportunidade on-line de estar ligado e participar do jornal. Contamos com a participação de vocês, deixem recados, depoimentos e ajudem a fazer o Jornal Viva Bem. Contamos com Vocês. Que assim seja.

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